Esquecem que o amor tem em si a responsabilidade do respeito, do afeto, do cuidado, do carinho, da empatia, do perdão.
Não bastam frases de efeito, posts com fotos perfeitamente tratadas por filtros, não basta que o mundo “curta” esse amor se o proprietário não o faz.
E há propriedade no que remete ao amor? Será?
Essa coisa toda de “meu” e de “seu” parece um tanto superficial visto que o amor por si é energia que vibra, é Universo, é multiplicar.
Quando tomado pra si fica limitado, engarrafado, enjaulado.
Como pode ser amor sendo preso? Sendo de um ou de outro? Como pode ser amor tendo em si um pertencimento seja lá de quem ou do que for?
O amor é, o amor vibra, o amor constrói, edifica. O amor é feliz porque cresce, independente da “coisa” amada, porque sendo a amada feliz, ele por si o é.
E como saber então se é amor? E como corresponder a um amor tão sublime e quase sobre-humano; sem posse, sem cobrança, sem pertencimento?
Meus caros, perguntem a seus corações e escutem a reposta! Ela está aí, vem de dentro!
O amor acolhe, escuta, abraça. O amor afeta, projeta, expande a consciência!
O amor é resiliente, é potente, é forte.
É uma energia que flui pro bem: de um, outro, de todos!
Amor, minha gente! Mais amor, por favor!