Dia do Amor!
Ah, o amor!
Como falar do amor sem falar do que arrebata, que inebria, que entontece?
Tão meu, tão seu, tão nosso!
Sempre foi, sempre será.
Falem o que quiserem todos, pensem, critiquem. Digam que é loucura, que você não merece, que eu não mereço.
Insistam que poderíamos ser felizes com outras pessoas e que estamos perdendo tempo alimentando esse sentimento.
Mas só quem viveu o nosso amor fomos nós!
Só nós choramos juntos decidindo ficar separados, só nós morremos de rir de coisas fúteis que achamos idiotamente lindas.
Só nós nos emocionamos a cada reencontro, a cada abraço forte, a cada beijo cheio de saudade.
Só nós sabemos a vontade que dá de largar tudo e correr pros braços um do outro; fingir que não sofreu, fingir que nada aconteceu.
Só nós ouvimos músicas e abrimos um sorriso ao mesmo tempo em que a lágrima cai, sentindo falta um do outro.
Só nós...
É assim que decidimos viver esse amor, só nós.
Sem a opinião estranha dos que não sabem o que dizem, sem dar importância a acontecimentos que nada tem a ver com o que sentimos.
Somos mais que qualquer relação fugaz que possamos ter com quem quer que seja.
Somos mais que uma noite, mas que um dia, mais que um cinema ou um beijo dentro do carro.
Somos mais que bebidas e som alto, que vestidos apertados, que galanteios ao pé do ouvido.
Somos o silêncio que fala, somos o olhar de vontade e perdão, somos a saudade infinita da vida que não vivemos.
Somos o sonho que temos juntos, que só nós sabemos, só nós.
Um dia, nessa vida, em outra, em qualquer planeta, a qualquer momento, sabemos:
Somos só nós, nada mais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário