domingo, 16 de agosto de 2015

Reencontro

Ainda é doce o sabor do sorriso, do beijo, da vida que chegou.
Ainda é suave o calor da alegria, do abraço, da verdade no toque das mãos.
Ainda é leve a sensação de ausência de chão, de olho no olho, de uma voz que derrama afeto.
Digo ainda porque nunca deixou de ser; estava e sempre esteve aqui, guardado em algum lugar, esperando pela pessoa que chegaria pra fazer real a fantasia.
Chegou tão certo, tão forte, tão vivo. Chegou e se apossou do terreno, tratando de construir pelo menos um acampamento pra demarcar um território que sempre foi seu ( mesmo sem saber...).
Encaramos com a naturalidade esse reencontro. Somos e sempre seremos nós, mesmo só nos reconhecendo agora.
Olhamos pra mesma direção, caminhamos na mesma estrada, sonhamos um sonho comum.
Somos o que nos permitimos ser: TUDO.
Ah, que gratidão por esse reencontro! Que coisa linda é viver pra ser feliz!










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