A chuva se forma lentamente e com pressa cai.
Pessoas amontoadas e felizes cantam numa só voz.
Vem o barulho, chora o cavaco.
Pés molhados no chão, cabeça nas estrelas.
Sorrisos e olhares se cruzam no ar.
Vem o barulho, firma o tantan.
Ligeiramente inebriados furtam bocas e olhos no cantar.
Pelo que foi e o que será, fantasiam.
Vem o barulho, voa livre o samba!

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