As pessoas são enigmas.
Por um momento sofrem, se apegam, sentem saudade, falta.
Por outro riem, sorriem ao vê-la(o) passar como se nada tivesse acontecido, tratam-na como amiga (o).
E de repente, o tempo não passou, as dores desaparecem, a felicidade vem e...
E há que acordar! E perceber, e tomar cuidado, e ver que de dentro pra fora vale, mas de fora pra dentro jamais.
Dá p/ perdoar sempre (ou quase sempre), mas esquecer?
Difícil, bem difícil...
11 de novembro de 2011
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